Lápides do século XIX: trajetórias de vida e expressões de sentimento no cemitério (da Irmandade) Santo Antônio em Campo Maior – Piauí

Jéssica Gadelha Morais

Resumo


Os cemitérios são espaços de construção de histórias e estórias, possuem linguagem mista (verbal e não verbal) e articulam memórias (nacionais, locais ou de grupos sociais específicos). As narrativas construídas através do acervo funerário estão diretamente relacionadas à abordagem pela qual são conduzidas as pesquisas. Uma das abordagens possível é a Arqueologia Histórica entendida como “o estudo da materialidade em termos culturais dos efeitos do mercantilismo” (ORSER JR, 1992) e que dispõe de diversidade de fontes para compreensão das sociedades abordadas. Sendo a Arqueologia Histórica apenas um dos diálogos possíveis de se estabelecer com o cemitério, a lápide é apenas um dos elementos com o qual o pesquisador busca dialogar. Trata-se de uma laje tumular que contempla a linguagem escrita e imagética cuja análise individual ou conjunta revela ritos de passagem da vida, expressões de sentimento e confissão religiosa. O presente artigo busca resgatar parte das trajetórias e memórias de duas famílias sepultadas no cemitério Santo Antônio no século XIX, trazendo informações biográficas e simbólicas. O percurso metodológico utilizado foi à pesquisa in loco e a utilização de registros de óbito e casamento. As análises possibilitaram identificar omissões, complemento, reforço ou contradição de informação.


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